Sabe aquela amiga que parece sempre de bem com a vida, confia no próprio taco, não se deixa levar pelo baixo-astral e, apesar de gordinha e nariguda, desperta a atenção dos homens mais interessantes do pedaço? Pois acredite: não é mágica! Chama-se autoestima — também conhecida como amor-próprio.
Se você está sempre cabisbaixa, sente-se a pior das mulheres, não se cuida e, de quebra, acha que a culpa é desse mundo cruel e desumano, prepare-se para afastar não só os possíveis pretendentes, mas todo o planeta.
Não é o caso de começar a dar palestras sobre belos olhos que Deus lhe deu, ou a façanha memorável que garantiu o tão sonhado cargo de chefia. A autoestima é um sentimento natural, que brota dentro da gente sempre que acreditamos em nós — mesmo quando ninguém acredita. É aquela faísca de determinação que a incentiva a começar uma dieta ou dar o fora naquele cara lindo de morrer, mas canalha até o último fio de cabelo. Viu só? A autoestima é item de primeira necessidade; por isso, deve-se cultivá-la todos os dias, regando-a com muito amor, para jamais deixá-la morrer.
* Reconheça suas qualidades.
* Pense positivo: Você pode.
* Anote em um caderno ou agenda as grandes e pequenas conquistas do dia a dia.
* Tenha orgulho de si mesma.
* Reserve um tempo para cuidar do corpo e da mente. Lembre-se: de vez em quando, é bom ficar a sós consigo mesma.
* Não menospreze o fracasso; os momentos difíceis quase sempre se revelam ótimos mestres do autoconhecimento.
